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sexta-feira, 2 de setembro de 2011


APRESENTAÇÃO
Dando conclusão ao Estágio Supervisionado do Curso de Formação Especial Docente, Licenciatura em História tendo em vista a necessidade de uma experiência prática onde foram aplicados grande parte dos fundamentos aprendidos ao longo dos módulos e temas teóricos com os princípios estudados, agora trabalhando em sala de aula, momento em que aliou-se a teoria à prática, demonstrando, assim, o quanto é enriquecedor e importante esta etapa na formação acadêmica e profissional do futuro docente.
O Estágio Supervisionado foi realizado nas turmas finais do ensino fundamental da Escola, Maria Maricelma Oliveira Cruz localizada à Rua Deusdete Medrada Município de Mucajai Estado de Roraima. Com a carga horária de 300 horas, distribuídas em, 150 horas de observação, 100 na prática atividades de docência na disciplina em História que busquei habilitação e nas 50 horas de elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso, teve início no dia 18 de Março de 2011 e terminou no dia 07de Julho de 2011, com carga horária semanal de 20 horas aulas.
O estágio foi um momento de fundamental importância no processo de formação Profissional. Constitui-se em um treinamento que possibilitou vivenciar o aprendido na Faculdade, tendo como função integrar as inúmeras disciplinas que compõem o currículo acadêmico, dando-lhes unidade estrutural e testando lhes o nível de consistência e o grau de entrosamento.
Por meio dele percebem-se as diferenças do mundo organizacional e exercita sua adaptação ao meio educacional. 
O estágio foi como uma “janela do futuro” através da qual antevê o modo de viver. Foi uma passagem natural do “saber sobre” para o “saber como”; um momento de validação do aprendizado teórico e prático em confronto com a realidade.
O Estágio Supervisionado foi cumprido de forma eficiente o papel de elo entre o Mundo acadêmico e profissional ao possibilitar a oportunidade de conhecimento da administração, das diretrizes e do funcionamento das organizações e suas inter-relações com a comunidade escolar. 
A realização do estágio foi um incentivo como forma de aproximar-nos das necessidades do mundo do trabalho, criando oportunidades de exercitar a prática Profissional, além de enriquecer e atualizar a formação acadêmica desenvolvida  no curso de história.        
O Estágio Supervisionado teve como objetivo observar e aplicar os conhecimentos adquiridos nas disciplinas estudadas, bem como confrontá-los com a prática pedagógica propriamente dita, buscando firmar uma prática significativa, descrevendo as atividades durante o período de estágio, apresentando uma visão geral dos procedimentos realizados com o material técnico, está foi uma oportunidade para desenvolver, na prática, os conhecimentos adquiridos no curso. Que serviram para o maior e melhor aprimoramento profissional.
O aprendizado adquirido durante o período de estágio curricular com certeza foi de grande valia para toda a vida profissional, deixando-me pronta para concorrer no mercado de trabalho oferecido.
Este relatório é composto da descrição das observações e das experiências vivenciadas no período de regência em sala de aula que  ao longo de toda vida baseia-se em quatro pilares: aprender a conhecer, aprender a fazer, aprender a viver juntos, aprender a ser.
Aprender a conhecer, combinando uma cultura geral, suficientemente vasta, com a possibilidade de trabalhar em profundidade um pequeno número de matérias. O que também significa: aprender a aprender, para beneficiar-se das oportunidades oferecidas pela educação ao longo de toda a vida.
Aprender a fazer, a fim de adquirir, não somente uma qualificação profissional, mas, de uma maneira mais ampla, competências que tornem a pessoa apta a enfrentar numerosas situações e a trabalhar em equipe. Mas também aprender a fazer no âmbito das diversas experiências sociais ou de trabalho que se oferecem aos jovens e adolescentes, quer espontaneamente, fruto do contexto local ou nacional, quer formalmente, graças ao desenvolvimento do ensino alternado com o trabalho.
Aprender a viver juntos desenvolvendo a compreensão do outro e a percepção das interdependências - realizarem projetos comuns e preparar-se para gerir conflitos - no respeito pelos valores do pluralismo, da compreensão mútua e da paz.
Aprender a ser, para melhor desenvolver a sua personalidade e estar à altura de agir com cada vez maior capacidade de autonomia, de discernimento e de responsabilidade pessoal. Para isso, não negligenciar na educação nenhuma das potencialidades de cada indivíduo: memória, raciocínio, sentido estético, capacidades físicas, aptidão para comunicar-se.
Numa altura em que os sistemas educativos formais tendem a privilegiar o acesso ao conhecimento, em detrimento de outras formas de aprendizagem, importa conceber a educação como um todo. Esta perspectiva deve, no futuro, inspirar e orientar as reformas educativas, tanto em nível da elaboração de programas como da definição de novas políticas pedagógicas.
Lembrando as tendências sócias interacionista do processo de ensino-aprendizagem.
Encontram-se descritas neste trabalho as observações não só do processo em sala de aula, como também, do ambiente escolar como um todo. Dentro deste pressuposto, procurou-se conviver e observar uma forma de direcionar a prática pedagógica como uma ação sustentada em fundamentos que englobam uma linha filosófica de aprendizagem e sua efetividade.

2. CARACTERIZAÇÃO DA INSTITUIÇÃO
A Escola Maria Maricelma foi criada pelo decreto nº 5.528 de, 05 de novembro de 2003, localizada na: Rua Deusdete Medrada, s/n no bairro Sagrada Família neste município. Na gestão do governador do estado Francisco Flamarion Portela, a escola recebeu este nome em homenagem a professora Maria Maricelma, que em vida foi um grande exemplo durante sua prática docente. É uma instituição mantida pelo Estado de Roraima lembrando que está em fase de transição e que estão trabalhando em parceria, Estado e Município, com corpo docente composto por profissionais concursados em áreas específicas, muitos com nível superior completo ou em fase de conclusão, além de coordenadores pedagógicos. Oferece Ensino Infantil e Fundamental (1ª a 8ª séries) nos turnos da manhã e tarde. ’
Funciona em um espaço amplo com pátio onde são realizados os eventos. As salas são amplas, e arejadas; paredes e iluminação precisam de reparos bem como suas instalações sanitárias (banheiros); etc.
Bebedouros com higienização adequada há mesas adequadas para professores, com exersão das carteiras para os alunos não são conservadas e nem em quantidade suficiente para todos, Não possui refeitório e a cantina é pequena com uma janela por onde é distribuída a merenda. Também possui laboratório de informática com cursos de inclusão digital para professores alunos e comunidade, possui uma sala multifuncional, que também serve como sala de vídeo com TV e DVD. Possui ainda secretaria, sala da direção e dos professores.
Nos finais de semana funciona um núcleo da faculdade FACETEN – Faculdade de Ciências Educação e Teologia do Norte do Brasil.
Existe ampla quantidade de livros fornecidos pelo MEC, mas pouco utilizados pelos professores como recurso. Como já discriminado, a iluminação do pátio à noite é insuficiente. A escola possui duas entradas sempre vigiadas e existe uma pessoa encarregada pela inspeção e observação da área escolar.

2.1 CORPO DOCENTE
Com um número significativo de professores para todas as disciplinas, muitos cursando e outros com ensino superior completo, sendo um total de (trinta e seis) professores, assim distribuídos: São concursados a maioria possuem nível superior e outros  estão cursando, alguns formado em outras áreas especificas, e são distribuídos de acordo com a necessidade.

2.2 CORPO DISCENTE
A clientela da instituição campo de estágio é composta por alunos de classe  diversificada, constituída por uma mescla social e cultural , que residem em bairros adjacentes à instituição que está localizada no bairro Sagrada Família da cidade de Mucajai. Alguns destes necessitam de transporte escolar para chegar à escola.
Todo investimento humano, afetivo e profissional é direcionado diariamente em prol do aluno, que é o bem maior, a  razão da existência da escola.

3. DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES DESENVOLVIDAS NO ESTÁGIO

3.1 PLANEJAMENTO
O Projeto Político Pedagógico se encontra em andamento estando  com a direção à disposição dos professores e também da comunidade.
O Planejamento Anual indica as diretrizes da relação dos conteúdos, objetivos e metodologias para a execução de cada disciplina.
A Proposta Pedagógica da Unidade é elaborado no inicio  do ano letivo elaborou-se o planejamento das aulas nas reuniões pedagógicas com a orientação dos coordenadores, participação dos professores e da direção.
Foi um momento de reflexões sobre a prática educativa e onde se fez questionamentos em relação aos índices de evasão escolar suas origens e motivações.
A Escola entende a importância da parceria com a família, por isso procura envolvê-la de diversas formas, co-responsabilizando-a no processo de aprendizagem dos educando.
Os projetos desenvolvidos possuem registro de elaboração, e execução constada nos diários e  relatórios realizados pelos docentes. Em conversa com alguns docentes ficou claro a parceria, a ferramenta do Plano de Curso e a aplicação de projetos às disciplinas afins e sua aplicação questionável.
Durante o planejamento trabalhou-se os conteúdos específicos à cada área, mas sem nenhuma menção aos recursos a serem utilizados e como seriam utilizados, como também, as referências bibliográficas consultadas.
Apesar de existir livro didático com especificidade na disciplina de história os livros existentes são poucos utilizados pelos professores.
Existem alguns recursos visuais, além do quadro magnético. Há também a disponibilidade de material didático, e pedagógico e outros para ser utilizado em algumas ocasiões, sendo explorado pelos alunos e professores.

3.2 OBSERVAÇÃO E CO-PARTICIPAÇÃO
Um período onde tudo o que acontece é novidade, principalmente para estagiários mesmo já tendo experiência em sala de aula. É um momento muito enriquecedor para todas as partes envolvidas, pois, é onde professores, estagiários e alunos estão se encontrando pela primeira vez, então é natural que haja um clima novo, de descoberta ou mesmo, de incertezas e dúvidas que ao longo do Estágio vai se quebrando e quando o trabalho está no ápice do desenvolvimento, é hora de encerrar.
Durante essa etapa, percebi que o professor-regente não tem muitos recursos, trabalha de forma habitual muito rústica, ou seja, algumas vezes ditava outras usava o quadro  e os alunos escreviam.  Usou vídeos outros tipos de dispositivo, fez alguns painéis e aconteceram também algumas palestras já com a participação dos estagiários. Percebeu-se que apesar de todas as dificuldades existentes houve interação, interesse e aprendizado.

3.3 REGÊNCIA
Todas as etapas do Estágio Supervisionado foram importantes e enriquecedoras, mas nenhuma delas se compara aos momentos mágicos vividos numa sala de aula que, apesar da  quantidade de alunos, requereu muito do estagiário.
Encarar frente a frente toda a dialética educacional, os problemas, como atrasos, o cansaço visível na face da maioria dos alunos.
Além disso, foi muito prazerosa a troca de conhecimentos, a atenção que disponibilizaram cada um do seu jeito, para melhor compreensão dos assuntos e dos temas abordados, embora uma pequena parte, ou seja, dois (02) ou três (03) alunos que em alguns momentos precisaram ser chamados a atenção.
Pode-se também observar que o retorno foi satisfatório não apenas pelo aprendizado, mais também  pelos gestos de aceitação, pelo retorno dado a cada atividade aplicada em sala de aula, via-se que a recíproca era verdadeira, uma vez que foi entregue no último dia do referido Estágio um questionário para a avaliação do trabalho dos estagiários que está anexado a este relatório e o balanço do mesmo foi muito satisfatório.
No começo os alunos ficaram meio desconfiados uma vez que o professor estava sendo substituído por  estagiários. Iniciado os trabalhos e com o andamento das aulas foram adaptando-se à metodologia aplicada ao longo das aulas.
Procurou-se elaborar aulas diferenciadas que despertassem a curiosidade e atenção dos mesmos; percebeu-se também o interesse cada vez maior, a interação com os assuntos abordados e a relação de amizade com os estagiários, explícitos nas palavras de apoio, nos elogios e o carinho demonstrado nesse período.
As atividades dadas em sala de aula, as pesquisas encomendadas foram realizadas com êxito por parte dos discentes, criou-se ainda, um laço afetivo muito forte, fato que proporcionou o sucesso no processo de ensino-aprendizagem bem como o reconhecimento do trabalho, empenho e profissionalismo dos estagiários.
No primeiro dia sempre dá um "frio na barriga", os olhares como quem diz: "já vem esses aí mudar tudo", assusta um pouco os alunos já acostumados com a didática do professor e a dinâmica das aulas ministradas, lembro quando um desses alunos disse: "chegou gente nova no pedaço” nos dias seguintes com a introdução dos assuntos e as dinâmicas aplicadas os alunos foram gostando do jeito diferenciado de passar as aulas e conseqüentemente aprendendo a matéria.
Nas aulas posteriores notava-se o explicito interesse e a interação "rolava" cada vez melhor, os alunos se ofereciam para ajudar a buscar livros, televisores, papeis e outros materiais que fossem ou seriam utilizados na aula, além das pesquisas sempre que solicitadas pelos estagiários e ainda a participação cada vez mais calorosa por parte dos mesmos.
Não houve contratempo, portanto, não tivemos problemas com falta de alunos ou mesmo as quedas ou faltas constantes de energia elétrica ocasionadas no período chuvoso.
Os professores da sala José Ribeiro, e a Professora Valéria sempre muito prestativos, e simpáticos  se colocaram sempre a disposição para sanar qualquer problema ou dúvidas que fossem surgindo, além disso, todos os profissionais da escola estavam à disposição e sempre que solicitados atenderam de forma muito gentil, sejam porteiros, zeladoras, merendeiras, diretores, secretários enfim,  todos estavam inseridos nesse processo de ensino-aprendizagem.
Além do mais, as merendeiras caprichavam cada vez mais, na merenda e a cada dia era uma delicia, entre professores e estagiários na cantina e na sala dos professores eram cada vez mais amistosos e alegres, melhor do que este estagio só outro.

4. APRESENTAÇÃO DOS RESULTADOS
Analisando o Estágio Supervisionado, por meio de suas etapas, desde a observação passando pela co-participação até a sua culminância na regência, verificou-se quão complexo e cheio de por menores é a sua consumação, como a parte burocrática dos papéis (documentos), os planejamentos dentro e fora dela, planos diários, planos de ação, tudo isso se torna um tanto complicado. É como juntar peças de um grande quebra-cabeça que é o estágio em toda a sua estrutura.
Sua complexidade vai muito além de suas respectivas etapas e planos documentais.
O balanço é bastante positivo levando em consideração a experiência frente à ação docente. O resultado superou as expectativas uma vez que as partes envolvidas, professor-regente, alunos e estagiários, saíram satisfeitos.
Segundo Navarro (2000) as diversas temáticas envolvendo os estágios supervisionados, contribuem para uma base sólida para a formação dos profissionais da educação apesar das dificuldades, considerando que nem sempre os professores e estagiários tem clareza sobre os objetivos que orientam suas ações no contexto escolar e no meio social onde se inserem, sobre os meios existentes para realizá-los, sobre os caminhos e procedimentos a seguir, ou seja, sobre os saberes de referência de sua ação pedagógica, faz sentido investir no processo de reflexão nas e das ações pedagógicas realizadas nos contextos escolares (NAVARRO, 2000 apud PIMENTA e LIMA, 2004).
As atividades que articulam as ações pedagógicas são:
As interações entre professores, os alunos e os conteúdos educativos em geral para a formação do humano;
As interações que estruturam os processos de ensino-aprendizagem;
As interações nas quais se atualizam os diversos saberes pedagógicos do professor e dos quais ocorrem os processos de reorganização e ressignificação de tais saberes.
 As autoras defendem uma nova postura, uma redefinição do estágio, que devem caminhar para reflexão a partir da realidade.
Na direção desse aprofundamento Pimenta (1994), partindo de pesquisas realizadas em escola de formação de professores, introduz a discussão de práxis, na tentativa de superar a decantada dicotomia entre teoria e prática.
Conclui que o estágio ao contrário do que se propugnava, não é atividade prática, mais teórica, instrumentalizadora da práxis docente, entendida esta como atividade de transformação da realidade. Nesse sentido, o estágio curricular é atividade teórica de conhecimento, fundamentação, diálogo e intervenção na realidade, esta, sim, objeto da práxis. Ou seja, é no contexto da sala de aula da escola, do sistema de ensino e da sociedade que a práxis se dá.
Analisando o estágio como um todo não foi difícil realizá-lo, pois, mesmo se  tratando de adolescentes notava-se grande interesse e atenção em relação as aulas aplicadas com exerssão de alguns o que ajudava a melhorar cada vez mais o trabalho em sala de aula.
Alem disso, não foram encontrados problemas no decorrer da regência, fato que culminou no sucesso deste Estágio.

5. CONCLUSÃO E RECOMENDAÇÕES
Se colocados na balança, percebe-se que foi bastante positivo os resultados obtidos com o Estágio Supervisionado principalmente no que tange a motivação dos discentes, o interesse pelas aulas, que foram bastante produtivos, despertaram e saciaram a sede dos alunos em busca de tais conhecimentos.
A cada dia um momento diferente, acontecimentos que envolviam os alunos e que chamavam a atenção para as aulas, como as palestras e vídeos, as leituras compartilhadas, bem como as confecções de painéis, dentre outras ações.
Um fator de extrema importância que fora notado ao longo deste período é que a professora tinha certa dificuldade em determinados momentos de controlar alguns alunos em conversas paralelas que atrapalhavam o desenvolvimento das aulas.
Dessa forma, sugere-se um trabalho com os professores para que tais fatos não aconteçam que tenham mais firmeza na hora de passar conteúdos e de chamar atenção dos alunos para que não fiquem dispersos a fim de atrapalharem o bom andamento das aulas.
O Estágio Supervisionado é uma parte do currículo muito importante na formação do futuro professor porque é a oportunidade de experimentar e realizar, na prática, o conhecimento teórico adquirido no decorrer da sua formação acadêmica.
No entanto, a apreensão e a ansiedade no início são normais, devido a pouca experiência, e a responsabilidade de realizar um bom trabalho. Contudo, a integração com a direção, com as professoras regentes e principalmente com os alunos possibilitou o bom andamento desse estágio.
O estágio como experiência foi uma oportunidade de aprofundar os conhecimentos e a capacidade criativa na resolução dos impasses encontrados durante esse período. É claro que o estágio não foi perfeito, equívocos ocorreram, mas estes também fazem parte do processo de aprendizagem.
Dessa forma, durante todo esse processo, e até mesmo ao elaborar o relatório escrito foi possível construir um conhecimento novo, resultante da análise das informações obtidas pela observação, pela teoria, pela experiência, enfim, existente no estágio.
Com este estágio ganhei mais certezas quanto ao que quero fazer no futuro e, mais do que isso, serviu para perceber o prazer que pode ser trabalhar na educação.  Acredito que  o melhor foi dado  durante o estágio,  cresci emocionalmente e a nível profissional, que evoluí como educadora.
Sei que com tudo o que realizei contribuí positivamente para uma melhor  qualidade  de ensino  e não podia deixar de me sentir orgulhosa com a confiança que vários profissionais  depositaram em mim.
Pude, ainda, perceber que, na realidade, “esta profissão exige de quem a escolhe um envolvimento e uma dedicação particulares e pelo fato de significar bem mais do que uma atividade ou emprego na vida de seus profissionais, ela gera um estilo de vida e uma visão do mundo cientifica.
Assim, e apesar das críticas que possam ser feitas à classe educadora, pois o educador  é muitas vezes encarado como “uma espécie de plural, que é um pluralismo  pela ‘sociedade’ em termos de sua representação ética,  com tudo o que aprendi, quer durante o curso quer durante o estágio na escola, só  posso me  sentir realizada por ter escolhido esta profissão. Em jeito de conclusão...
O fato de ter vivido grandes experiências, uma atrás da outra, deixou-me sem capacidade para perceber até que ponto teria gostado ou não, aprendido ou não, mas sobretudo, valorizado o tempo que passei na escola, entre abril a julho   deste ano. Agora que termino o meu relatório de estágio, e que voltei a reviver os tempos que ali passei, não podia deixar de partilhar com vocês o que significou... Para as crianças o mundo é um enorme parque de diversões cheio de coisas fascinantes, que provocam o olhar, tudo é um convite, e nós na qualidade de acadêmicos e futuros professores temos que estar preparados para utilizar essas armas a nosso favor. Somos nós que construiremos uma base para essas crianças, designaremos o certo e o errado, a fim de deixá-los preparados para enfrentar esse desafio da vida prática. Acho que assim em jeito de conclusão... Isto diz muito!
Espero conseguir transmitir o prazer que me deu...
Mas espero, sobretudo, continuar a querer olhar em frente, sempre em frente e acreditar naquilo que me preenche, que me realiza, que me faz continuar a querer/ser educadora. Como alguém me disse um dia...
E ainda que a desilusão, mais cedo ou mais tarde, acabe por chegar... Espero nunca me deixar vencer por ela... Aqui fica, então, A CONCLUSÃO Recomenda-se uma iluminação mais adequada, e organização da biblioteca com a presença de uma pessoa responsável pela organização e manutenção do acervo, que é significativo para a instituição.
6. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS

PIMENTA, Selma Garrido; Lima, Maria Socorro Lucena. Estágio de docência. São Paulo: Cortez, 2004.

RIBEIRO, Lourdes Eustáquio Pinto. Para casa ou para sala?. São Paulo: Didática Paulista, 1999. (Proposta didática de alfabetização)

SAMPAIO, Francisco Azevedo de Arruda. Caminhos da ciência: uma abordagem sócia construtivista. São Paulo: IBEP, 1998. 
    
 Pcns, de história na escola: Caminhos e Descaminhos  para a construção da cidadania  / Rodrigo Biagini Costa.  Marília, 2010. 


















ANEXOS

ANEXO A – Plano de Ação do Estágio Supervisionado nas Séries Finais do Ensino Fundamental

ANEXO B – Planilhas de Freqüência

ANEXO C – Avaliação do Estagiário pelo professor-regente

ANEXO D – Planos de Curso, Unidade e de Aulas

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